O Aerobloc nasceu de uma pergunta direta: por que ainda vestimos uma barreira física contra a chuva, quando o próprio ar em movimento já pode fazer esse trabalho?
Quem pilota moto no dia a dia conhece a rotina: a chuva chega, é preciso parar, descer, vestir uma capa — quase sempre desconfortável — e repetir o processo ao tirar, já molhado e atrasado. A solução existe há décadas, mas o problema que ela resolve nunca foi, de fato, eliminado.
O Aerobloc parte de um caminho diferente: em vez de uma barreira física vestida sobre o corpo, um sistema embarcado na própria moto gera uma cortina de ar contínua, que desvia a água antes que ela alcance o piloto. Sem parar. Sem vestir. Sem guardar nada molhado depois.
O projeto começou na mesa de prancheta — geometria de difusores, simulação aerodinâmica, firmware de controle — e hoje caminha para a validação física, com uma estratégia clara de chegada ao mercado.
O MVP é projetado para funcionar acoplado a qualquer moto, sem depender de um fabricante específico para existir no mercado.
Cada escolha — geometria, controle, arquitetura híbrida — é validada por simulação e cálculo, não por intuição de design.
Estratégia de patente (INPI, com extensão internacional via PCT) construída em paralelo ao desenvolvimento técnico, não depois dele.
O Aerobloc é desenvolvido para provar seu valor de forma independente antes de qualquer conversa com fabricantes — essa ordem não é acidental.
Produto acoplável, validado por motociclistas reais, demonstrando viabilidade técnica e comercial de forma independente.
Com a validação de mercado em mãos, apresentação a fabricantes para integração de fábrica em modelos de produção.
Estamos buscando os primeiros pilotos, parceiros técnicos e conversas que ajudem o Aerobloc a chegar mais rápido à pista.
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