Um sistema híbrido,
não só um ventilador.

Aerobloc combina captação passiva de pressão dinâmica com um compressor eletromecânico ativo — controlado por firmware que ajusta o fluxo em tempo real conforme a velocidade da moto.

Arquitetura

Venturi + compressor.

Em baixa velocidade, o motor faz o trabalho. Em alta velocidade, o próprio deslocamento de ar já gera pressão suficiente — o sistema é dimensionado para os dois regimes.

Captação Venturi (passiva)

Uma entrada de ar aproveita a pressão dinâmica gerada pelo deslocamento da moto, sem custo energético. Eficiente a partir de velocidades médias/altas.

Compressor eletromecânico (ativa)

Motor de baixo peso e alta rotação garante fluxo mínimo mesmo parado ou em baixa velocidade — situação em que o efeito Venturi por si só não bastaria.

Restrição de projeto
Empuxo ∝ v²

O empuxo necessário cresce com o quadrado da velocidade — é essa relação que dimensiona a arquitetura híbrida em vez de um soprador único de potência fixa.

Controle

Três zonas, moduladas por PWM.

Firmware embarcado (Arduino) lê a velocidade e ajusta a potência do compressor proporcionalmente, dividida em três faixas de operação.

01

Zona baixa

0–20 km/h — compressor opera próximo da potência máxima; pressão dinâmica é insuficiente.

02

Zona intermediária

20–60 km/h — modulação decrescente; Venturi já contribui parte do fluxo.

03

Zona alta

60+ km/h — compressor opera em regime mínimo; pressão dinâmica domina o empuxo.

Geometria

Difusores com ângulo dedicado por ponto.

Cada um dos seis pontos de saída tem um ângulo de elevação próprio, calibrado para a posição relativa ao corpo do piloto em postura de pilotagem padrão.

Ângulo — pés35° de elevação
Ângulo — joelhos25° de elevação
Ângulo — punhos / guidão8° de elevação
Tolerância de posicionamento± 5 cm por ponto de medição do piloto
Distribuição6 pontos via tubulação flexível
GeometriaParametrizada (STEP / JSON), ajustável por porte de moto
Validação

Quatro fases de simulação CFD.

Antes de qualquer prototipagem física em escala, o comportamento aerodinâmico é validado em ambiente simulado — reduzindo iterações de molde e ajuste mecânico.

Fase 1

Fluxo isolado

Comportamento do difusor sem interferência do corpo do piloto.

Fase 2

Interação com o piloto

Simulação com manequim aerodinâmico na postura de pilotagem.

Fase 3

Variação de velocidade

Curva de empuxo em diferentes faixas, validando a relação v².

Fase 4 (sensibilidade de parâmetros) conduzida em parceria acadêmica.

Quer acompanhar o desenvolvimento?

Entrar na lista de espera